CONTADOR

segunda-feira, 16 de março de 2009

APELO


APELO


Venho apelar ao vento
Que o vento traga bonança
Nesse toque de esperança
Que derrube meu lamento.

Venho apelar ao mar
Que em mim fustigue o ser
E me venha desfazer
Em ondas o meu penar.

Venho apelar ao Teu querer
No sol radioso em que vou
P'ra ser feliz como sou
Respirando meu viver.

Venho apelar ao incerto
Que por certo eu terei
Que jamais renegarei
A força dum encoberto.

(Poema do livro SEI QUE VOLTAS SEMPRE - viagem no sebastianismo)

Este livro dignifica a nossa poesia e a nossa História.
Aconselho a quem puder o adquira e leia, ficará mais enriquecido.
Eu já li e adorei.


Outubro 2008
Mário Matta e Silva

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