CONTADOR

quarta-feira, 22 de julho de 2009





NA JANELA DA MINHA VIDA

Sentei-me à janela da minha vida
uma procissão de personagens desfilou
o sol desmaiava de vergonha
como tela desbotada, sem imagens.

Fechei os olhos e vi
beijos e bandeiras pejados de esperanças
cantares de primavera
viragens e crenças
mudança iminente.


A certeza na igualdade
foi minha companheira
como verdade certeira.

Corri, sorri, gritei, acreditei...
Ai meu horizonte de cor
meu suspiro tão fraterno.
Tudo nascia em verdade.

Acreditei no que fiz
por momentos fui feliz.

Liliana Josué

1 comentário:

Anónimo disse...

TODOS OS TEXTOS ESTÃO UMA MARAVILHA E SÃO A PROVA PLENA DE QUE TENS UMA SENSIBILIDADE MUITO GRANDE E UMA RIQUEZA DE ESCRITA QUE É DE ADMIRAR. LEMBRO-ME DOS TEUS PRIMEIROS PASSOS NA POESIA E SEI QUANTO FOI GRANDE A EVOLUÇÃO DESSE POTENCIAL QUE TRAZIAS CONTIGO. FICAREI SATISFEITO SE AVANÇARES MAIS E MAIS, SEM DESÂNIMO NEM REPROVAÇÃO DE QUALQUER ESPÉCIE. TU TENS UM VALOR IMENSO QUE NÃO DEVES ABANDONAR À DERIVA. AGARRA BEM ESTE DOM QUE TENS PORQUE A CRIAÇÃO É UM ACTO SUBLIME E A BELEZA DAS PALAVRAS QUE TRAZES NA PROSA E NA POESIA É FRUTO DE UMA IMAGINAÇÃO INCRIVEL. VAI EM FRENTE E SÊ BEM APRECIADA POIS BEM O MERCES. UM BEIJO E UM ABRAÇO SINCERO DO MÁRIO